Estou de site Novo

Meus amores, não estou mais usando este blog. Agora você pode encontrar no novo site: www.kadulago.com.br Clique aqui para entrar.

Abraço.

SP 25/11/10

Crítica que saiu hoje, em Manaus, sobre o Confissões ao Mar. Por Guilherme Gil, do Amazonas em Tempo.


Pessoal, já está disponível o site do meu livro, Confissões ao Mar. La vocês podem adquirir quantas unidades preferir e receber em todo o Brasil. Com frete grátis.

Acesse
www.confissõesaomar.com.br
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Rio 8/11/10

Coquetel de lançamento de Confissões ao Mar no Rio de Janeiro. Dia 10/11 às 20h na Livraria da Travessa, em Ipanema.

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Rio 7/11/10

Festa no Rio de Janeiro comemora o lançamento da segunda edição do Livro Confissões ao Mar em grande estilo na Avenida Atlântica em Copacabana.

Rio 3/9/10


Amanhã estarei autografando o livro Confissões ao Mar, no TvBar, em Copacabana.

Manaus 25/10/10



Em Manaus 27/10/2010 Quarta-feira


Lançamento de Confissões ao Mar, dia 27/10 às 19hs na Saraiva Megastore
Manauara Shopping, com palestra às 18hs. Entrada free.

SP 12/10/10


Pessoal, nesta quinta-feira dia 14, será o lançamento da nova edição de Confissões ao Mar. Sim, depois de 10 anos... vem um livro totalmente revisado e ainda melhor que o primeiro.
E você é meu convidado. Imprima o convite ou me mande um e-mail (kadulago@gmail.com), pra eu colocar seu nome na lista, pois a festa é fechada.
Estão me escrevendo perguntando quanto paga pra entrar. Bom, não paga nada, mas precisa ter um convite ou nome na lista. As bebidas também serão oferecidas gratuitamente. Vamos festejar... é isso que importa nesta quinta-feira. E mais uma vez: você é meu convidado.
Quem tiver interesse em comprar o livro, é só R$ 34,70.

Ah, acabei de chegar da Radio Mundial... dei uma entrevista no programa A Hora do Gato... eu fui o Gato desta noite... rsrsrsr
Muito obrigado a você que ligou e participou... foi ótimo!!! Obrigado ao pessoal do programa.

SP 26/8/10

Confissões ao Mar nova edição
Pessoal, pra quem esperou junto comigo... esse tempo todo. Pra quem me escreveu (várias vezes) perguntando quando ia sair uma nova edição de Confissões ao Mar. Esta edição é nossa. Minha e de vocês!
E esta é a capa do nosso livro. Obrigado por terem me enchido o saco pra eu reeditar Confissões ao Mar.


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SP 9/8/10

Seja você também um parceiro nosso neste projeto
Pessoal, a minha nova editora (Copacabana Books), está fazendo uma promoção com os leitores que estão na minha comunidade.
Trata-se de uma pré-venda de Confissões ao Mar. Você efetua a compra, e envia para a editora uma foto com seu nome e o seu Estado. Sua foto será publicada no livro, como co-patrocinador.
Mais informações, é só clicar aqui.
Obrigado a todos que participarem deste projeto.
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SP 23/2/10

Hoje saiu uma matéria comigo no jornal “O Estado de São Paulo”. Quem for assinante poderá ler na internet. Ou vá até uma banca, bem perto de você. rssrs
Beijos...
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Rio 1/10

Um trecho de uma carta escrita para o amigo Giovanni Boaes

Rio, 7/1/10

Giovanni querido,

Há dias estou para te escrever esta carta. Mas o tempo aqui no Rio parece passar ainda mais depressa do que em São Paulo. É um absurdo. Mal acordo, já vai dar 18h. Também não tenho acordado antes do meio dia. Em fim.

Tenho ido bastante à praia. Principalmente à Ipanema. O posto nove é um paraíso no verão do Rio de Janeiro. Você precisa ver. Ver. Sentir. Sentir com os olhos, com a mão, com a pele, com a língua... sentir com a alma. O Rio é uma cidade pra ser sentida de todas as formas. De corpo inteiro. De alma inteira.

(...)

O reveillon passamos aqui mesmo em Copa. Descemos do apartamento e ficamos na areia. Você precisava estar aqui pra ver como tudo é tão lindo: os prédios da Atlântica com todas as janelas acesas e abertas... os grandes Cruzeiros iluminados na costa, como ilhas transformadas em pequenas cidades cheias de luz dentro do mar. E gente do planeta inteiro se vestindo de branco e deixando Copacabana inteiramente branca e cheia de flores... Flores para Iemanjá. Até que um Ano termina e começa as nossas novas Esperanças... Sonhos novos. E o Céu por quinze minutos vira dia. Só que um dia colorido e cheio de Formas criadas pelos vermelhos, amarelos, azuis, roxos, lilás... dos fogos de artifícios. E artificialmente a noite vira dia, enquanto a gente sonha. Sonha e acredita que os dias deste Ano serão melhores. Lembro de você. Lembro da minha mãe. Da minha avó. Lembro do meu Castelo de areia. Lembro de mim. Lembro do meu plano B. E choro tanto!... Choro de tanta alegria, enquanto um milhão de cores explode nos meus olhos. Choro de tristeza também. Estou cheio do sentimento que tento colocar nos meus textos quando eu escrevo. Choro por ver o quanto isso aqui é Lindo. E choro principalmente porque sei que um dia tudo isso vai deixar de existir. Talvez nunca deixe de existir para o mundo, mas a certeza é que, mais cedo ou mais tarde, vai deixar de existir pra mim. Porque eu vou deixar de existir para tudo isso.

Nunca tive medo da morte. O que tenho é amor demais por muitas Coisas e Pessoas. E todas as vezes que pensei em partir, deu uma saudade danada de tudo que eu Amo neste mundo. Lembro de uma vez que fiquei com duas caixas de rivotril na mão e um copo de água na outra... e minha cabeça se enchendo de tantas Coisas e Pessoas que eu não queria perder. Porque quando a gente morre, alguém perde a gente, mas a gente perde tudo. Perde todos. Não nos resta mais nada.

(...)

No Natal fomos para casa de praia na região dos lagos. Toda a família do Carlos e a mãe do André... todos juntos. E as crianças. A salvação foi que elas – as crianças – quase nunca saiam da piscina. Em fim, foi divertido, mas eu passei a maior parte do tempo com Reinaldo Arenas. Trouxe de São Paulo “Antes que Anoiteça” (biografia do Arenas), pra ler aqui. Passei meu Natal com ele. Dentro de uma rede na varanda, me lembrando das Mariposas de “Confissões ao Mar”. E como não me contive em ler o livro, então – mesmo já tendo visto o filme no cinema, e na TV numa dessas madrugadas – hoje fui com o Carlos a uma locadora e acabei de ver novamente. Terrível. Terrível e lindo demais!!! Tudo que é triste, quando é triste de verdade, é bonito. Me vi por diversas vezes na pele do Reinaldo. Mas quando falo isso, me refiro à infância dele. Ao chão de terra. As tias. Aos olhos da mãe desiludida... aos sons do nada. Que muito interfere na vida de uma criança. Que muito interferiu na minha vida. Outro dia eu falei pra você que ainda me sinto aquele carinha de dezenove anos estudando no Liceu Maranhense... Mas eu me sinto mesmo é um garotinho no chão de terra... nos riachos que cortam os cocais de babaçu do Maranhão... Ainda me sinto um garoto à beira daquele açude rodeado de borboletas amarelas, onde banhei a minha infância inteira. Levando na pele aquele vento que vinha não sei de onde... Acho que dos sons das arvores, das palhas das palmeiras... Tenho muito da minha criancice aqui comigo... e acho que é por isso que ainda consigo brincar. Chorar. Acho que é por isso que não levo a vida tão a sério. E é por isso que não encontro o equilíbrio. Também não importa. Você me escreveu numa carta que pessoas como eu, como você, não podem viver no equilíbrio. Nós não suportaríamos. Disse também que somos o contrario do equilíbrio. E você tem razão. Nada é mais entediante do que a ordem natural das coisas. As regras criadas pelos homens. (...)

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SP 15/12/09

Um Girassol que nasce no meio da noite

O que fazer quando a gente precisa dizer adeus. Assim, de vez. Pra dar fim ao que não pode mais ser. Para conservar o que já foi. Para que não se perca a beleza dos beijos. Nem se apague os sorrisos que ainda estão abertos na mente... na mente que não pára de pensar em tudo o que poderia ser...

Sim, hoje eu digo que chegou ao fim. Fecho esta história, para que cada um siga seu caminho... da forma que deve ser.
Temos um encontro marcado. Já faz uma hora e meia de atraso. Eu estou nervoso. Ando de um lado para o outro do apartamento:
Putamerda! Tudo que eu quero é só dizer que não dá mais. Não pra mim, que quero tanto. E o que tenho é muito pouco. E não estou acostumado com metades... quero tudo por completo. Por inteiro. Sem medos, sem rodeios. Sem meio amores. Sem paixão com hora marcada.
Agora já faz duas horas de atraso. Estou duas vezes putudavida!
Tomo banho. Troco de roupa. Ligo para uns amigos. Marco um café na Paulista.
Desisto. Fica o dito pelo não dito... O silêncio e a ausência tomam conta de tudo que sobrou. Que agora, eu penso, foi quase nada.
Já estou de saída. O interfone toca... digo que pode subir. Continuo putudavida!!!
Abro a porta e falo que estou de saída.
Você não pode ir. Eu tinha marcado de vir aqui.
Já faz quase três horas que era pra você estar aqui.
Eu vou explicar.
Você não me deve explicação. Você não me deve nada.
Escuta!
Não quero te ouvir.
Silêncio.
Tudo bem. Eu vou embora... Me dá um pouco de água?
Entro na cozinha, putudavida!
Volto pra sala e vejo uma sacola ao lado dos livros no chão.
Vamos embora.
Vou guardar o copo. Vazio.
Quando estou abrindo a porta, digo para não esquecer a sacola.
Não é minha.
Ela não estava aí.
Ela não é minha, já falei.
Vou ver a sacola: tem um girassol, Lindo, dentro dela.
Silêncio.
Você não sabe como foi difícil encontrar um girassol numa hora dessa no centro de São Paulo!!!
Pego o girassol. É meia noite. Olho para os seus olhos (estão tristes). E esqueço tudo que eu tinha pra dizer. Só quero lhe abraçar... como se fosse para sempre.
Ligo para os amigos e desmarco o café...

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SP 27/9/09


Amigas, pero no mucho.


Eu fui ver, pela segunda vez, a peça “Amigas, pero no mucho”. E não posso deixar de falar aqui sobre. Porque é um espetáculo muito divertido! Um bom programa pro sábado ou para o domingo no final da tarde.

Com bom texto e um Show de interpretação dos atores: Eucir de Souza (Sara), Leopoldo Pacheco (Débora), Elias Andreato (Fram), Romis Ferreira (Olívia); quatro “amigas”, cada uma com um perfil próprio, com uma paranóia pessoal, com uma pendência na vida – que ainda precisa um pouco de atenção da vida – tentam se encontrar na própria vida. E todas precisam uma da outra... como é na vida real. E como, em muitas das vezes, é na vida real, não percebem os limites... E assim as quatro mulheres entram em conflito com as escolhas “erradas” que fizeram na vida... e com as escolhas que a vida fez para cada uma delas. Elas que se apropriam do sarcasmo, às vezes do cinismo (muitas das vezes!) e da ironia sofisticada para numa tarde de sábado...

Bom, o que acontece nesta tarde de sábado, que entra noite adentro, você que mora em São Paulo pode conferir no teatro Frei Caneca. E vá com a certeza de boas risadas.

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